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		<title>Dicas do Dr. INSS F&#225;cil</title>
					  <link>http://www.inssfacil.com.br/blogs/index.php?blog=1</link>
			  <description>Dicas do Dr. Inss F&#225;cil sobre Direito do Consumidor e Direito Empresarial</description>
			  <language>pt-BR</language>
			  <docs>http://backend.userland.com/rss092</docs>
			  			  <item>
			    <title>Log&#237;stica Tribut&#225;ria</title>
			    <description>&lt;p&gt;H&amp;#225; muitos anos, temos assistido Empres&amp;#225;rios esperando pela t&amp;#227;o propalada Reforma Tribut&amp;#225;ria do Governo que simplificar&amp;#225; o sistema e reduzir&amp;#225; os tributos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas, voc&amp;#234; j&amp;#225; ouviu falar em Log&amp;#237;stica Tribut&amp;#225;ria?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;1-. Trata-se de uma melhor atua&amp;#231;&amp;#227;o da empresa utilizando ferramentas de planejamento tribut&amp;#225;rio conjugada com um estudo da log&amp;#237;stica visando &amp;#224; redu&amp;#231;&amp;#227;o de custos com a conseq&amp;#252;ente melhoria de sua competitividade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;2- Podemos dar como exemplo deste novo ramo de atua&amp;#231;&amp;#227;o, a possibilidade de uma f&amp;#225;brica situada no nosso Estado (S&amp;#227;o Paulo) e que venda para o mesmo mercado (S&amp;#227;o Paulo). Dessa forma, o ICMS incide na totalidade, na maioria das vezes em 18%&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;3-Pois bem. Uma possibilidade que se vislumbra seria a cria&amp;#231;&amp;#227;o de um Centro de Distribui&amp;#231;&amp;#227;o em um Estado onde a al&amp;#237;quota do ICMS &amp;#233; menor. Assim, haveria a transfer&amp;#234;ncia da mercadoria para o CD (que est&amp;#225; situado no Estado onde o ICMS &amp;#233; menor) e de l&amp;#225; seria feita a venda para o Estado de destino, no caso, o Estado de S&amp;#227;o Paulo. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;4-Veja-se que se trata de planejamento tribut&amp;#225;rio aplicado com a log&amp;#237;stica visando &amp;#224; redu&amp;#231;&amp;#227;o legal da incid&amp;#234;ncia de tributos. Ressalve-se que a empresa est&amp;#225; pagando o tributo n&amp;#227;o havendo que se falar em sonega&amp;#231;&amp;#227;o fiscal.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;5- Ao se analisar as al&amp;#237;quotas apenas do ICMS v&amp;#234;-se que existem 44 vigentes nos 26 Estados e Distrito Federal o que &amp;#233; um verdadeiro absurdo, revelando a insanidade do sistema. Dessa forma, voc&amp;#234; Empres&amp;#225;rio, deve fazer a sua reforma tribut&amp;#225;ria e n&amp;#227;o esperar pela do Governo.  &lt;/p&gt;
</description>
			    <link>http://www.inssfacil.com.br/blogs/index.php?blog=1&amp;title=logistica_tributaria&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1</link>
			  </item>
			  			  <item>
			    <title>Existe diferen&#231;a entre Terceiriza&#231;&#227;o e Loca&#231;&#227;o de m&#227;o-de-obra?</title>
			    <description>&lt;p&gt;Sim. Existe diferen&amp;#231;a entre Terceiriza&amp;#231;&amp;#227;o e Loca&amp;#231;&amp;#227;o de m&amp;#227;o-de-obra&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;1-Temos participado de v&amp;#225;rias reuni&amp;#245;es com empres&amp;#225;rios e consultores de diversos setores e de diferentes localidades do Pa&amp;#237;s e notamos uma tremenda confus&amp;#227;o de conceitos jur&amp;#237;dicos do Direito do Trabalho que podem custar caro &amp;#224;s empresas que contratam os servi&amp;#231;os de terceiros (tomadoras de servi&amp;#231;os). &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;2- Assim, com o intuito de separar os conceitos dessas duas formas de contrata&amp;#231;&amp;#227;o e tentar explicar numa linguagem empresarial as suas peculiaridades, apontaremos nesse Dicalog os conceitos e as diferen&amp;#231;as entre loca&amp;#231;&amp;#227;o de m&amp;#227;o-de-obra e terceiriza&amp;#231;&amp;#227;o com as perigosas conseq&amp;#252;&amp;#234;ncias que podem advir para os tomadores de servi&amp;#231;os. Vamos a elas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;3- A loca&amp;#231;&amp;#227;o permanente de m&amp;#227;o-de-obra, &amp;#233; pr&amp;#225;tica condenada pela Justi&amp;#231;a do Trabalho que julga, no mais das vezes, como fraude &amp;#224; legisla&amp;#231;&amp;#227;o trabalhista com a declara&amp;#231;&amp;#227;o de v&amp;#237;nculo empregat&amp;#237;cio direto com o tomador de servi&amp;#231;os. &amp;#201; o chamado &amp;#8220;merchandage&amp;#8221;, termo que vem do Direito Franc&amp;#234;s, que pode ser traduzido como a comercializa&amp;#231;&amp;#227;o do trabalho com a explora&amp;#231;&amp;#227;o pura e simples, atrav&amp;#233;s de uma empresa interposta. &amp;#201; a explora&amp;#231;&amp;#227;o do homem pelo homem, pr&amp;#225;tica inaceit&amp;#225;vel nos dias de hoje.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;4- Neste sentido temos v&amp;#225;rias decis&amp;#245;es de Tribunais do Trabalho. Citaremos apenas uma entre tantas:&lt;br /&gt;
&amp;#8220;Quando a intermedia&amp;#231;&amp;#227;o de terceiros para a presta&amp;#231;&amp;#227;o e loca&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os de m&amp;#227;o-de-obra configura a pr&amp;#225;tica proibida de &amp;#8220;merchandage&amp;#8221;, por n&amp;#227;o se enquadrar nas hip&amp;#243;teses previstas na Lei n. 6.019/74 ( Trabalho Tempor&amp;#225;rio), h&amp;#225; de ser reconhecida a rela&amp;#231;&amp;#227;o empregat&amp;#237;cia existente entre os trabalhadores contratados e a verdadeira empregadora, que &amp;#233; a empresa a quem aproveita o exerc&amp;#237;cio das atividades laborativas&amp;#8221; &lt;br /&gt;
(TRT-2&amp;#170; Regi&amp;#227;o- 3&amp;#170; Turma-Ac. N. 003554/95- Rel. Juiz Airton M. do Nascimento)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;5- J&amp;#225; a Terceiriza&amp;#231;&amp;#227;o consiste na contrata&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os entre Empresas legalmente constitu&amp;#237;das, na qual, a empresa prestadora dos servi&amp;#231;os &amp;#233; a real empregadora dos seus empregados terceirizados, e a tomadora dos servi&amp;#231;os &amp;#233; apenas uma cliente dela. Aconselha-se sempre que essa rela&amp;#231;&amp;#227;o empresarial seja feita mediante contrato de presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os, no qual deve-se prever os direitos e obriga&amp;#231;&amp;#245;es de cada parte. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;6- Para que fique claro, a rela&amp;#231;&amp;#227;o de emprego se faz entre o trabalhador e a empresa prestadora de servi&amp;#231;os, e n&amp;#227;o diretamente com o contratante (tomador) destes. Vale lembrar que quem admite, remunera, fiscaliza e demite o empregado &amp;#233; apenas a Prestadora dos servi&amp;#231;os.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;7- Na terceiriza&amp;#231;&amp;#227;o existe expressa proibi&amp;#231;&amp;#227;o da exist&amp;#234;ncia de pessoalidade, subordina&amp;#231;&amp;#227;o, controle de jornada de trabalho com o tomador de servi&amp;#231;os, sendo que, constatada a presen&amp;#231;a de tais requisitos, restar&amp;#225; configurada fraude &amp;#224; legisla&amp;#231;&amp;#227;o trabalhista com a conseq&amp;#252;ente declara&amp;#231;&amp;#227;o de v&amp;#237;nculo de emprego entre o empregado e o tomador dos servi&amp;#231;os. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;8- Finalmente, a Justi&amp;#231;a do Trabalho entende que pode ser objeto de Terceiriza&amp;#231;&amp;#227;o apenas a atividade-meio do tomador de servi&amp;#231;os, cabendo aos administradores e consultores, analisar cada situa&amp;#231;&amp;#227;o procurando minimizar os riscos de demandas judiciais. &lt;/p&gt;
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			    <link>http://www.inssfacil.com.br/blogs/index.php?blog=1&amp;title=existe_diferenca_entre_terceirizacao_e_l&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1</link>
			  </item>
			  			  <item>
			    <title>TST mant&#233;m periculosidade para caminhoneiro</title>
			    <description>&lt;p&gt;A Se&amp;#231;&amp;#227;o Especializada em Diss&amp;#237;dios Individuais -1 (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho manteve decis&amp;#227;o do Tribunal Regional do Trabalho da 3&amp;#170; Regi&amp;#227;o (Minas Gerais) que concedeu adicional de periculosidade a um caminhoneiro cujo ve&amp;#237;culo continha tanque suplementar fora das especifica&amp;#231;&amp;#245;es do fabricante do caminh&amp;#227;o. A pretens&amp;#227;o da empresa de ser dispensada da condena&amp;#231;&amp;#227;o ao adicional j&amp;#225; havia sido anteriormente negada pela Quarta Turma do TST, que rejeitou (n&amp;#227;o conheceu) do recurso de revista contra a decis&amp;#227;o do TRT/MG. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os embargos em recurso de revista julgados pela SDI-1 foram relatados pelo Ministro Jo&amp;#227;o Oreste Dalazen. A empresa alegou, em suas raz&amp;#245;es de embargos, que o tanque suplementar continha combust&amp;#237;vel para consumo pr&amp;#243;prio. Segundo a empresa a situa&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o caracterizava transporte de combust&amp;#237;vel e n&amp;#227;o constava da classifica&amp;#231;&amp;#227;o do Minist&amp;#233;rio do Trabalho para fins de periculosidade. Sua pretens&amp;#227;o era que o TST afastasse a condena&amp;#231;&amp;#227;o ao pagamento do adicional porque, no seu entendimento, o contato do caminhoneiro com o combust&amp;#237;vel era eventual, &quot;somente em caso de emerg&amp;#234;ncia/falta de combust&amp;#237;vel&quot;. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O TRT/MG, ao julgar o recurso ordin&amp;#225;rio, reformou senten&amp;#231;a da Vara do Trabalho para deferir o pedido de adicional. O Regional considerou o tanque suplementar de combust&amp;#237;vel como caracterizador de periculosidade, uma vez que sua instala&amp;#231;&amp;#227;o se deu sem o controle do fabricante e fora das especifica&amp;#231;&amp;#245;es t&amp;#233;cnicas. Al&amp;#233;m disso, o laudo pericial confirmou a exist&amp;#234;ncia de risco no per&amp;#237;odo em que os tanques-reserva haviam sido removidos, o que obrigava o caminhoneiro a entrar em &amp;#225;rea de risco ao transferir combust&amp;#237;vel para o tanque principal. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Ministro Jo&amp;#227;o Oreste Dalazen ressaltou que o TRT/MG n&amp;#227;o examinou a quest&amp;#227;o com base no tempo de exposi&amp;#231;&amp;#227;o ao agente de risco nem considerou a aus&amp;#234;ncia de previs&amp;#227;o nas normas do Minist&amp;#233;rio do Trabalho quanto ao pagamento de adicional de periculosidade pelo transporte de combust&amp;#237;vel em tanque-reserva - alega&amp;#231;&amp;#245;es adotadas pela empresa em seu recurso. &lt;br /&gt;
&quot;Como se percebe, a empresa, ao interpor embargos no intuito de demonstrar afronta ao artigo 193 da CLT (que considera atividade ou opera&amp;#231;&amp;#227;o perigosa aquelas que impliquem contato permanente com inflam&amp;#225;veis ou explosivos em condi&amp;#231;&amp;#245;es de risco acentuado), requer o exame do tema sob enfoques n&amp;#227;o tratados pelo TRT, inst&amp;#226;ncia soberana na aprecia&amp;#231;&amp;#227;o do acervo f&amp;#225;tico-probat&amp;#243;rio dos autos&quot;, afirmou o relator. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&quot;Segundo o TRT de origem, o caminh&amp;#227;o dirigido pelo trabalhador sequer se encontrava equipado com tanque-reserva, que fora suprimido pela empresa. Apenas em per&amp;#237;odo posterior houve a instala&amp;#231;&amp;#227;o do tanque complementar, que, por n&amp;#227;o atender as especifica&amp;#231;&amp;#245;es t&amp;#233;cnicas do fabricante do ve&amp;#237;culo, contribuiu para firmar o convencimento do Regional quanto ao direito pleiteado,&quot; acrescentou Dalazen. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O TST considerou que a mat&amp;#233;ria n&amp;#227;o foi prequestionada pela empresa, condi&amp;#231;&amp;#227;o necess&amp;#225;ria para o acolhimento do recurso. O prequestionamento consiste, basicamente, na necessidade de as alega&amp;#231;&amp;#245;es serem apresentadas e analisadas na inst&amp;#226;ncia julgadora ordin&amp;#225;ria (Vara do Trabalho ou TRT). Diante disso, a SDI-1 n&amp;#227;o conheceu (rejeitou) os embargos. (E-RR-536584/99.8)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fonte: TST &lt;/p&gt;
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			    <link>http://www.inssfacil.com.br/blogs/index.php?blog=1&amp;title=tst_mantem_periculosidade_para_caminhone&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1</link>
			  </item>
			  			  <item>
			    <title>Perguntas e Respostas sobre a Nova Lei de Recupera&#231;&#227;o de Empresas</title>
			    <description>&lt;p&gt;Estas s&amp;#227;o as perguntas que usualmente, nos fazem em nossas reuni&amp;#245;es. Se voc&amp;#234; quiser aprimorar-se no assunto, fa&amp;#231;a o nosso Curso sobre a Lei de Recupera&amp;#231;&amp;#227;o de Empresas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;  1) O que &amp;#233; a Recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial? &lt;br /&gt;
&amp;#8226;	&amp;#201; uma a&amp;#231;&amp;#227;o judicial, na qual o devedor informa ao Juiz que est&amp;#225; em situa&amp;#231;&amp;#227;o de crise econ&amp;#244;mica-financeira esclarecendo, por&amp;#233;m, que a sua empresa &amp;#233; vi&amp;#225;vel e que tal fato ser&amp;#225; atestado por um Plano de Viabilidade Econ&amp;#244;mica (PVE) a ser produzido posteriomente e que dever&amp;#225; ser aprovado por seus credores e ap&amp;#243;s, homologado pela Justi&amp;#231;a. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;  2) O que &amp;#233; o Plano de Viabilidade Econ&amp;#244;mica? &lt;br /&gt;
&amp;#8226;	&amp;#201; um projeto que estuda os problemas ocorridos na gest&amp;#227;o anterior e sugere provid&amp;#234;ncias a serem tomadas a fim de tornar a empresa novamente competitiva e rent&amp;#225;vel. Dever&amp;#225; ser desenvolvido em 3 etapas: &lt;br /&gt;
a) Diagn&amp;#243;stico - Levantamento dos dados e informa&amp;#231;&amp;#245;es da empresa devedora, verificando-se pre&amp;#231;os e margens de lucratividade, faturamento, contas a pagar e a receber, fluxo de caixa e outros instrumentos gerenciais. &lt;br /&gt;
b) Projeto - Proje&amp;#231;&amp;#227;o de faturamentos futuros, custos de fabrica&amp;#231;&amp;#227;o, despesas operacionais etc. Margens de lucros liqu&amp;#237;dos e, via de consequ&amp;#234;ncia, a comprova&amp;#231;&amp;#227;o da viabilidade do neg&amp;#243;cio. &lt;br /&gt;
c) Acompanhamento gerencial - Verifica&amp;#231;&amp;#227;o, mediante relat&amp;#243;rios gerenciais, se os objetivos projetados est&amp;#227;o sendo atingidos. Tomada de provid&amp;#234;ncias para a corre&amp;#231;&amp;#227;o de eventuais desvios, etc. &lt;/p&gt;



&lt;p&gt;&amp;#8226;  3) Qual a diferen&amp;#231;a entre a Recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial e a extrajudicial?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;	Na extrajudicial, o devedor discute diretamente com seus credores, sem a interfer&amp;#234;ncia direta do Poder Judici&amp;#225;rio, novos prazos e condi&amp;#231;&amp;#245;es para pagamento de suas d&amp;#237;vidas, passando a adotar as provid&amp;#234;ncias definidas em seu plano de recupera&amp;#231;&amp;#227;o empresarial. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&amp;#8226;  4) Quem &amp;#233; considerado Empres&amp;#225;rio pela nova lei de recupera&amp;#231;&amp;#227;o de empresas?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;	&amp;#201; a pessoa jur&amp;#237;dica ou mesmo f&amp;#237;sica que exerce profissionalmente atividade econ&amp;#244;mica de forma organizada objetivando a produ&amp;#231;&amp;#227;o de bens ou servi&amp;#231;os com intuito de lucro. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&amp;#8226;  5) Por esta nova Lei quem est&amp;#225; sujeito &amp;#224; Recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial e &amp;#224; Fal&amp;#234;ncia?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;	A lei estabelece que apenas o Empres&amp;#225;rio e a Sociedade Empres&amp;#225;ria est&amp;#227;o sujeitos &amp;#224; recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial, &amp;#224; recupera&amp;#231;&amp;#227;o extrajudicial e &amp;#224; fal&amp;#234;ncia. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&amp;#8226;  6) H&amp;#225; a possibilidade de uma sociedade simples falir?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;	A sociedade simples &amp;#233; aquela que &amp;#233; registrada apenas no Cart&amp;#243;rio de Registro de T&amp;#237;tulos e Documentos, sendo conhecida como sociedade civil pelo C&amp;#243;digo Civil antigo. J&amp;#225; pelo novo C&amp;#243;digo Civil, tem a denomina&amp;#231;&amp;#227;o de Sociedade Simples. A lei de fal&amp;#234;ncias excluiu a possibilidade dessa sociedade falir. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&amp;#8226;  7)Quais tipos de Empresas e Institui&amp;#231;&amp;#245;es que a Lei de Recupera&amp;#231;&amp;#227;o de Empresas expressamente exclui de sua aplica&amp;#231;&amp;#227;o?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;	A Lei enumera as pessoas jur&amp;#237;dicas que est&amp;#227;o fora do &amp;#226;mbito de sua incid&amp;#234;ncia, quais sejam, Empresa P&amp;#250;blica, Sociedade de Economia Mista, Institui&amp;#231;&amp;#227;o Financeira P&amp;#250;blica ou Privada, Cooperativa de Cr&amp;#233;dito, Cons&amp;#243;rcio, Entidade de Previd&amp;#234;ncia Complementar, Sociedade Operadora de Plano de Assist&amp;#234;ncia &amp;#224; Sa&amp;#250;de, Sociedade Seguradora, Sociedade de Capitaliza&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&amp;#8226;  8)Em qual localidade o Devedor deve fazer o pedido de Recupera&amp;#231;&amp;#227;o Judicial?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;	O Empres&amp;#225;rio, chamado pela lei apenas de devedor, dever&amp;#225; fazer o pedido de recupera&amp;#231;&amp;#227;o ao Juiz da comarca do local do seu principal estabelecimento que nem sempre, coincidir&amp;#225; com o endere&amp;#231;o declarado no seu Contrato Social. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&amp;#8226;  9)Qual &amp;#233; o efeito pr&amp;#225;tico do deferimento do processamento da Recupera&amp;#231;&amp;#227;o Judicial?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;	O efeito no dia-a-dia do devedor &amp;#233; que, com o deferimento do Juiz ocorrer&amp;#225; a suspens&amp;#227;o de todas as a&amp;#231;&amp;#245;es e execu&amp;#231;&amp;#245;es que correm contra ele pelo prazo m&amp;#225;ximo de 180 dias.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&amp;#8226;  10)Quais os meios de recupera&amp;#231;&amp;#227;o da empresa previstos em lei?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8226;	Na realidade, a lei apenas enumera exemplificativamente alguns meios que podem ser utilizados para a recupera&amp;#231;&amp;#227;o da empresa, entre eles destacamos: &lt;br /&gt;
&amp;#176; dila&amp;#231;&amp;#227;o do prazo ou revis&amp;#227;o das condi&amp;#231;&amp;#245;es de pagamentos; &lt;br /&gt;
&amp;#176; opera&amp;#231;&amp;#245;es societ&amp;#225;rias;&lt;br /&gt;
&amp;#176; altera&amp;#231;&amp;#227;o do controle societ&amp;#225;rio; &lt;br /&gt;
&amp;#176; reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o da administra&amp;#231;&amp;#227;o;&lt;br /&gt;
&amp;#176; concess&amp;#227;o aos credores de direito de elei&amp;#231;&amp;#227;o em separado de administradores e de poder de veto em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s mat&amp;#233;rias que o plano especificar;&lt;br /&gt;
&amp;#176; aumento de capital social;&lt;br /&gt;
&amp;#176; trespasse ou arrendamento de estabelecimento empresarial; &lt;br /&gt;
&amp;#176; redu&amp;#231;&amp;#227;o salarial, compensa&amp;#231;&amp;#227;o de hor&amp;#225;rios e redu&amp;#231;&amp;#227;o da jornada, mediante acordo ou conven&amp;#231;&amp;#227;o coletiva;&lt;br /&gt;
&amp;#176; doa&amp;#231;&amp;#227;o em pagamento ou nova&amp;#231;&amp;#227;o;&lt;br /&gt;
&amp;#176; constitui&amp;#231;&amp;#227;o de sociedade de credores;&lt;br /&gt;
&amp;#176; venda parcial dos ativos;&lt;br /&gt;
&amp;#176; administra&amp;#231;&amp;#227;o compartilhada &lt;/p&gt;
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